1 – O aspecto principal é sem dúvida a sua funcionalidade, pelo sentido prático que proporciona o manuseamento e armazenamento. Apresentados em sacos estanques de 15 kg, podem ser guardados em casa, sem lixos nem resíduos, garantindo um fácil transporte. O armazenamento pode ser feito em áreas muito reduzidas, bastando empilhar os sacos necessários para um Inverno.

2 – Acendem rapidamente e deixam poucos resíduos de cinzas, o que facilita a limpeza que pode ser inclusive feita através de um aspirador. Com o acendimento automático basta premir um botão para iniciar a ignição e tem chama ao fim de alguns minutos. Acabaram as desculpas para não acender a lareira, é o fim da fadiga das pinhas, acendalhas, papéis para pegar fogo.

3 – Regulação de temperatura através de um termóstato que faz a leitura da zona onde está instalado, enviando a informação para o equipamento, que vai fazer com que diminua a queda de madeira (pellets) reduzindo ou aumentando a potência. Desta forma, uma vez escolhida a temperatura (por exemplo 22ºC) o recuperador vai aumentar ou diminuir a chama em função desta ordem.

4 – A lenha prensada (pellet) está isenta de humidades e resinas, o que permite uma combustão quase total. O doseamento da alimentação (queda pellet a pellet) traduz-se num consumo reduzido

5 – Permite o conforto e beleza da madeira com uma combustão mais limpa, eficaz e com maior aproveitamento calórico.

6 – Baixo custo dos pellets de primeira qualidade quando comparado com o gás, diesel ou electricidade permite uma poupança considerável no aquecimento. Vendido em sacos de 15 kg, a uma média de 3,50€ já com IVA incluído, o que reflecte um custo por kg de 0,23€. O consumo médio anual para recuperadores com capacidade para aquecer cerca de 180 m2 em espaço aberto é de aprox. 400 kg.

7 – Energia ecológica: utilizando exclusivamente na sua constituição resíduos de madeiras de fabricantes de móveis e de limpeza de florestas, não implica o abate directo de qualquer árvore. Ao dar um destino aos resíduos das limpezas das florestas, diminui-se o risco de incêndios florestais. Tem menor impacto ecológico face a combustíveis derivados do petróleo, é classificado como um combustível renovável, da categoria da Biomassa. É uma matéria-prima disponível no nosso país (logo uma fonte de energia endógena) A reduzida emissão de cinzas e partículas poluentes, tornam as pellets num combustível a ter seriamente em conta face à lenha convencional.